quarta-feira, 27 de outubro de 2010
por onde andava?
Por Heli | Arquivado em: mais de mim, melissa
Por onde eu andava nos últimos anos que não vi o tanto de
modelos de Melissas ma-ra-vi-lho-sas que eu descubro a cada dia,
meodeos?!
Umas mais populares, outras nem tanto e, ainda assim, Melissas.
E eu a-do-ro Melissas, e não conheço uma mulher que as veja nos
meus pés que não pergunte a marca e onde as comprei.
A Simone, por exemplo, só usa Melissas. Eu já não posso fazer
o mesmo, nem se quisesse. Meu orçamento não permite.
Deve ter sido por isso que por alguns anos as esqueci um pouco.
Tantos outros assuntos a tratar, outras coisas a resolver,
enfim, a vida rolando e coisas como essas que eu gosto
tanto passando despercebidas por mim...
Dá pra recuperar o tempo perdido?!
Deve ter sido por isso que por alguns anos as esqueci um pouco.
Tantos outros assuntos a tratar, outras coisas a resolver,
enfim, a vida rolando e coisas como essas que eu gosto
tanto passando despercebidas por mim...
Dá pra recuperar o tempo perdido?!
Melissas que eu deixei passar. Recuperar... Comofas?!
A minha história com Melissas começou em 2003 quando meu
então namorado me presenteou com uma belíssima Quasar
azul turquesa (acho que é a definição mais próxima da cor).
Tão confortável, tão diferente, tão tudodebom! Desde
então passei a acompanhar os lançamentos da marca.
Nessa época eu estudava na universidade federal do estado,
não trabalhava, tinha carro, mesada, ou seja, vida mansa.
Lembro de ter levado para casa uma Rock Star preta e
branca, uma Leslie azul com solado rosa e a Quasar,
que foi minha primeira paixão melissística.
então namorado me presenteou com uma belíssima Quasar
azul turquesa (acho que é a definição mais próxima da cor).
Tão confortável, tão diferente, tão tudodebom! Desde
então passei a acompanhar os lançamentos da marca.
Nessa época eu estudava na universidade federal do estado,
não trabalhava, tinha carro, mesada, ou seja, vida mansa.
Lembro de ter levado para casa uma Rock Star preta e
branca, uma Leslie azul com solado rosa e a Quasar,
que foi minha primeira paixão melissística.
De repente meu mundo mudou completamente. E,
não posso reclamar, eu mesma procurei essas mudanças.
Acontece que, junto com as mudanças, veio também
a falta de grana. Precisei começar a trabalhar para pagar
uma faculdade particular, tive meu carro roubado,
terminei com o namorado, não recebi mais mesada.
Começou, então, a minha vida adulta.
não posso reclamar, eu mesma procurei essas mudanças.
Acontece que, junto com as mudanças, veio também
a falta de grana. Precisei começar a trabalhar para pagar
uma faculdade particular, tive meu carro roubado,
terminei com o namorado, não recebi mais mesada.
Começou, então, a minha vida adulta.
Hoje, aos 20 e poucos anos, já um pouco mais estruturada,
cometendo um pouco menos de insanidades,
com um novo e maravilhoso namorado ao meu lado =*,
com um emprego que eu simplesmente amo (apesar dos pesares),
duas graduações não-concluídas,
e uma conta bancária quase sempre no limite,
eu já posso me dar ao luxo de, vez ou outra,
trazer para casa uma nova Melissa.
Gostar de Melissas, comprar Melissas, viver nesse mundo de Melissas é,
para mim, um hobby, um prazer.
Num comparativo é como o video-game,
o futebol ou a Fórmula 1 dos homens.
Como disse a Adri Mori "Hora dessas fundaremos a M.A.
e faremos reuniões para abrir nossos corações a respeito
desse terrível vício que avassala nossas contas bancárias
e cartões de crédito, sugando todos os recursos que seriam
destinados a um bom plano de previdência privada...
*desce a música de drama*"
para mim, um hobby, um prazer.
Num comparativo é como o video-game,
o futebol ou a Fórmula 1 dos homens.
Como disse a Adri Mori "Hora dessas fundaremos a M.A.
e faremos reuniões para abrir nossos corações a respeito
desse terrível vício que avassala nossas contas bancárias
e cartões de crédito, sugando todos os recursos que seriam
destinados a um bom plano de previdência privada...
*desce a música de drama*"
Chorar não resolve. Aprender a se colocar em primeiro lugar não é egocentrismo e,
o que não mata, com certeza fortalece. De perto ninguém é normal.
Às vezes, mudar é preciso, e o tempo sempre vai ser o melhor remédio. =)
Dá pra recuperar o tempo perdido?! É claro que dá!
o que não mata, com certeza fortalece. De perto ninguém é normal.
Às vezes, mudar é preciso, e o tempo sempre vai ser o melhor remédio. =)
Dá pra recuperar o tempo perdido?! É claro que dá!
Assinar:
Postar comentários (Atom)





0 comentários: